Seguro de Vida – Será que preciso de seguro de vida?

Seguro de Vida – Será que preciso de seguro de vida?

 Será que eu preciso de seguro de vida?

Preciso de Seguro de Vida?

Inúmeras vezes conversei com amigos, familiares e clientes que me falavam: “Preciso de Seguro de vida? Para quê? Para deixar para os outros aproveitarem? Quem ficar aqui que se vire…” e por aí vão mais alguns relatos nesse nível que com o passar do tempo perdem força.

Bem, na verdade é que ninguém sabe quando irá morrer, ter uma doença grave ou mesmo sofrer um acidente que o impossibilite de gerar renda e manter o mínimo de dignidade sem se sentir um estorvo para a família.

Mesmo você que tem uma patrimônio formado e situação financeira com boas reservas precisa proteger esses suados recursos para que, numa situação adversa, não veja diluído em pouco tempo o que levou bastante para construir.

Proteger os seus recursos

Você sabe quanto custa o seu estilo de vida?

Quando pergunto aos meus clientes: Quanto de dinheiro você acha razoável, no caso de uma aposentadoria precoce e inesperada, para manter o seu padrão de vida e o de sua família? Na maioria das vezes ouço: “Nunca parei para pensar nisso.” Ou então a pessoa chuta um valor sem embasamento algum. Mas sobre isso eu te ajudo a pensar numa outra conversa.

A verdade é que as pessoas não sabem o quanto custa o estilo de vida que levam porque estão num cenário de estabilidade, alguns anos melhores e outros piores, mas acreditam que nada vai acontecer. E, inconscientemente, acham que as tragédias acontecem apenas com os outros. Porém, na grande maioria das vezes, essa mesma pessoa não deixa passar em branco a renovação do seguro do carro, e alguns ainda dizem que possuem esse seguro desde que compraram o primeiro carro e nunca ficaram sem. Agora, se você fizer a pergunta quanto ao seguro de vida provavelmente irá ouvir o que relatei no início dessa nossa conversa. De uma forma grosseira, conclui-se que esse indivíduo prefere cuidar do carro, muitas vezes financiado, do que a própria vida e a segurança da família.

Para facilitar, imagine o seguinte exemplo: um profissional liberal (médico, dentista, advogado) em plena atividade, que ainda está formando o patrimônio e tem o carro e a casa financiados correspondendo, na renda familiar, 50% (muitas vezes pode chegar a 70%). Nem vou pedir para você incluir um filho porque não quero ninguém chorando durante essa conversa. Num domingo essa pessoa, voltando da casa de praia, sofre um acidente de carro que o afasta da atividade profissional por 6 meses. Não vamos agravar ainda mais a situação porque já temos o suficiente para você pensar.

Imagine que tenha sido aquela pessoa que diz ter apenas o seguro do carro. Bem, que bom que o mais importante pra ela está protegido! Terá 15 dias de carro reserva e a reposição do bem pelo valor da FIPE.

Enquanto o carro está na oficina da Seguradora, esse profissional, além de sofrer com a dor física, passa a pensar na sequência do mês, pois não poderá atender a agenda do mês e ainda não sabe quanto tempo ficará afastado. Provavelmente terá de repassar essa agenda a algum colega até que tudo se resolva, mas isso tem um preço que impacta diretamente da renda. Além disso terá despesa com farmácia, fisioterapia e um médico recomendado que fará a cirurgia que não atende por convênio. Na primeira consulta (particular) com esse médico descobre que poderá ficar afastado no mínimo 60 dias. E agora? Além do problema no mês corrente também não sabe quando efetivamente irá voltar.

Agora é que começa o problema de verdade, além das despesas extraordinárias com medicamentos se estenderem, irá usar mais que os 15 dias de fisioterapia do plano de saúde e terá que pagar a diferença do bolso, prorrogar a viagem de final de ano e tudo mais que estava planejado. As contas com o financiamento da casa e do carro não irão esperar ele se recuperar para voltar a cobrar, o supermercado também não entende isso, e os clientes dele podem não gostar do atendimento do colega e mudar de profissional, além de condomínio, e outras contas que fazem parte do nosso dia a dia, mas que passam despercebidas até que algo assim aconteça. Como se já não bastasse, essas contas passam a consumir o cheque especial e, fatalmente, pode entrar nos juros rotativos do cartão de crédito. Bem, muitas vezes a solução que se tem é se desfazer da casa de praia para que a bola de neve das contas e juros não se tornem ainda maior.

Ainda em dúvida se vale a pena o seguro de vida?

Agora te pergunto, um seguro de vida protegendo o patrimônio e a renda fariam diferença para essa pessoa? Você consideraria demais uma pessoa de 40 anos com renda de R$ 10.000,00 pagar um percentual mínimo por mês para poder minimizar esses danos financeiros? Essa proteção é chamada de PROTEÇÃO DIÁRIA DE INCAPACIDADE.

Lembre-se que não inclui no exemplo acima filhos, empréstimos, contribuições para aposentadoria complementar, ou você acha que a sua contribuição do INSS será suficiente? Lembre-se que este exemplo foi de um acidente no qual a pessoa volta a trabalhar em alguns meses – o que aconteceria se fosse uma doença grave?

Em qual perfil você se enquadra? Cuida só do carro e conta com a sorte que os problemas acontecem só com os outros? Ou no de uma pessoa que tem um planejamento para formar e proteger o patrimônio e renda? Ajudamos a responder a famosa pergunta: “Preciso de Seguro de Vida”?

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